Assinatura Digital para Criadores

Contratos na Vida do Criador A grande maioria dos criadores não emite nota fiscal de venda. Ou é pequeno e ainda não possui CNPJ ou porque é uma MEI e não tem a obrigação legal para a emissão para Pessoas Físicas. Portanto, na maioria dos casos, o único documento comprobatório da venda do animal é o contrato de compra e venda. Nesse documento também podem ser relacionados outros itens além de ser uma comprovação de venda ao cliente. Quando a venda é feita via remota, o contrato torna-se prova de que a operação foi realizada, logo, ele deve ser um item quase que obrigatório para o criador mais atento. Logo, recomenda-se sempre que cada criador possua um bom contrato de compra e venda e que ele esteja dentro da legislação. Muitas vezes o criador tem mais de um modelo de contrato. Um para reserva, outro para venda para outros criadores, outro com finalidade pet, etc. Processo Atual Hoje em dia os criadores ainda fazem a coleta das assinaturas como era feito no século XX, ou seja, emitindo o contrato, assinando, algumas vezes, reconhecendo no cartório, enviando via Correios ao cliente, que efetua a autenticação no Cartório e envia novamente de volta ao criador. Os mais “modernos” enviam o email com o contrato para o cliente imprimir, assinar, reconhecer e enviar, por Correio, ao criador. Esse processo, além de caro e burocrátivo (reconhecimento de firma, correio, gasolina) leva muito tempo. Se o cliente estiver fora dos grandes centros, o processo poderá levar mais de uma semana para ser concluído. Todo esse impecílio no processo de venda pode resultar no abandono da compra por parte do cliente. Armazenamento Outro ponto importante é o armazenamento dos contratos. Dependendo do contrato, poderá ser necessário guardá-lo enquanto o filhote estiver vivo, pois se ocorrer qualquer situação prevista, ele poderá ser acionado. Logo, não é incomum encontrármos criadores com pastas cheias de papel com contratos antigos. Dessa forma, se for necessário encontrar um contrato antigo, ficará bem difícil. Pois o criador terá de olhar um a um até localizar o documento. Assinatura Digital A Assinatura Digital é um tipo de Assinatura Eletrônica que, em geral, utiliza métodos de criptografia para associar a assinatura do documento aos signatário, englobando outros procedimentos, como autenticação eletrônica (logins e senhas) e registros de atividades ao longo do tempo. Hoje em dia, a Assinatura Digital possui um forte respaldo jurídico. A legislação já é ampla nesse quesito, mas cabe destacar algumas leis, como o a Medida Provisória 2200-2/2001 e o Decreto 8539/2015. A assinatura digital tem validade jurídica para diversos fins. Ou seja, contratos de imóveis, petições jurídicas, relatórios médicos, ajustes de compra/venda de bens, certidões de natureza pública ou privada, laudos em laboratórios, entre outros, podem ser feitos com assinatura digital. Portanto, não aceitar um documento assinado digitalmente hoje é semelhante a não reconhecer um documento reconhecido no cartório. Efetuar a Assinatura Digital A Assinatura Digital pode ser feita de várias formas, com um token próprio, via softwares para essa finalidade e até mesmo plataformas com esse fim. O SistemaPet integrou-se a uma plataforma de autenticação e incluiu a possibilidade do criador assinar e solicitar a assinatura digital de todos os envolvidos nos documentos, seja contrato de venda, reserva, etc. Dessa forma o criador, ao vender o filhote, irá solicitar ao cliente e, eventuais testemunhas, que façam a assinatura do documento de maneira rápida e muito fácil. Dessa forma economiza-se muito dinheiro e bastante tempo no processo e ao final o documento estará devidamente assinado. Lembrando que na Plataforma é possível que o próprio cliente informe seus dados e o contrato é preenchido automaticamente, poupando muito tempo ao criador. Sem contar, no que já falamos, ainda aumenta a segurança da operação de venda, principalmente se for no cartão. O SistemaPet fechou uma boa parceria e desenvolveu um plano para criadores que necessitam de volumes maiores de assinaturas, sem esquecer dos pequenos criadores que tiram ninhadas ocasionais. Fale com a Gente! Para saber mais Para saber mais sobre assinaturas digitais acesse o Portal de Assinaturas;
Responsável Técnico na Criação

No Brasil, infelizmente, para empreender temos uma enorme e complexa burocracia para vencer antes de regularizar por completo um negócio. Mesmo criadores que tem filhotes eventualmente e os comercializam, estão sujeitos a mesma burocracia que grandes empresas. Isso dificulta em muito o início de qualquer pequena criação. Como já mencionamos em nosso artigo sobre como regularizar a criação, hoje trazemos mais um ator que, além de ser obrigatório, poderá contribuir bastante para o desenvolvimento da criação: o Responsável Técnico ou RT. Legislação Alguns questionam sobre a necessidade de um Responsável Técnico em um canil ou gatil. Mas a legislação é um tanto clara quanto a obrigatoriedade desse profissional, como podemos ver nas seguintes legislações: 1) Lei 5.517/68 Art. 5o É da competência privativa do médico veterinário o exercício das seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Municípios, dos Territórios Federais, entidades autárquicas, paraestatais e de economia mista e particulares: a. a prática da clínica em todas as suas modalidades; (…) c. a assistência técnica e sanitária aos animais sob qualquer forma; (…) e. a direção técnica sanitária dos estabelecimentos industriais e, sempre que possível, dos comerciais ou de finalidades recreativas, desportivas ou de proteção onde estejam, permanentemente, em exposição, em serviço ou para qualquer outro fim animais ou produtos de sua origem; (…) 2) Lei 5.517/68 Art. 28 As firmas de profissionais da Medicina Veterinária, as associações, empresas ou quaisquer estabelecimentos cuja atividade seja passível da ação de médico-veterinário, deverão, sempre que se tornar necessário, fazer prova de que, para esse efeito, têm a seu serviço profissional habilitado na forma desta Lei. 3) RESOLUÇÃO No 1177, DE 17 DE OUTUBRO DE 2017 Enquadra as entidades obrigadas a registro ou cadastro no Sistema CFMV/CRMVs, revoga a Resolução CFMV no 592, de 26 de junho de 1992, e dá outras providências. Art 1o Estão obrigadas ao registro no Sistema Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (Sistema CFMV/CRMVs) as empresas públicas e privadas, sociedades de economia mista, associações, companhias, cooperativas, organizações não governamentais (ONGs) e demais estabelecimentos cuja atividade básica ou àquela pela qual prestem serviços à terceiros seja privativa ou peculiar à Medicina Veterinária e/ou à Zootecnia, nos termos previstos no artigo 5o da Lei no 5517, de 1968, e artigo 3o da Lei no 5550, de 1968, tais como: I – planejamento, consultoria e execução de assistência técnica aos animais sob qualquer forma, inclusive assistência à pecuária; (…) XI – exploração e/ou criação de animais;(…) XVI – abrigo, manutenção, transporte, hospedagem, treinamento, doma, adestramento e/ou comercialização de animais domésticos; XVII – biotérios e instituições que criem ou utilizem animais para qualquer finalidade, inclusive para ensino e pesquisa; XXVI – canis, gatis e abrigos para animais;(…) Hoje existem alguns processos em curso questionando ou solicitando esclarecimentos sobre a legislação. Entretanto para que a criação seja devidamente regulamentada, existe a necessidade do criador ter, oficialmente, um responsável técnico que assine por ela. Atribuições Conforme já escrevemos, não existe um grande criador sem que exista um médico veterinário de qualidade dando o devido suporte. Na maioria das vezes esse suporte é clínico, mas em outras vezes o Veterinário já faz as funcões do responável técnico. Um Responsável Técnico deverá orientar o criador em diversos aspectos. Irão contribuir para que as condições de manejo, saúde e sanitários propiciem o melhor bem estar possível aos animais. Além disso ele deve orientar para questão que a maioria dos criadores desconhece. Meio Ambiente, Código de Defesa do Consumidor e Segurança do Trabalho estão entre elas. Vamos citar as atribuições para que fique claro que o Veterinário se torna um co-responsável pela criação: a observância dos direitos dos animais e o seu bem-estar e o conhecimento dos aspectos técnicos e legais a que estão sujeitos esses estabelecimentos; o conhecimento das normas de saúde pública atinentes à atividade, bem como das normativas do CFMV/CRMVs e Decretos Estaduais; o conhecimento da qualificação do pessoal e, sempre que se fizer necessário, capacitá-los para as atividades a serem desempenhadas; a permissão de acesso ao local somente aos animais que estejam acompanhados de atestado de vacinação fornecido por Médico-Veterinário, desverminados e tratados contra ectoparasitas nos 10 últimos dias, devidamente comprovados; a orientação sobre o manejo adequado para cada espécie, procurando assegurar o bem-estar animal; o isolamento imediato dos animais suspeitos de qualquer problema sanitário, evitando contato com os sadios e a notificação às autoridades sanitárias quanto da suspeita de doenças de interesse da saúde pública; a adoção de medidas profiláticas que garantam a saúde dos animais e a higiene permanente dos equipamentos e das instalações; o impedimento da aplicação de tranquilizantes e demais produtos sem a presença de um médico veterinário; quando houver medicamentos de uso controlado (anestésicos, psicotrópicos, tranquilizantes), que sejam mantidos com o receituário próprio em lugar seguro, obrigatoriamente em armário que possa ser fechado com chave, e manter livro de registro, respeitando a legislação sanitária vigente (Ministério da Agricultura e Vigilância Sanitária); que haja local adequado para o acondicionamento e armazenamento da alimentação animal; a realização de ações ou métodos de controle a fim de assegurar o uso de medicamentos dentro do prazo de validade e a manutenção adequada dos produtos biológicos; a verificação de que a empresa em que exerce sua função possua formulários de prestação de serviços que propiciem segurança e garantia a ela e a seus clientes, tais como fichas cadastrais, recibos de pagamento, blocos de receituário profissional, prontuários e outros; a realização de controle sanitário de todos os animais existentes no local, providenciando a imunização e desverminação dos mesmos (em casos de abrigos de animais); a emissão de laudo sanitário de cada animal comercializado e/ou hospedado; a emissão de Atestado de Óbito (Resolução CFMV no 844/06) dos animais mortos e/ou eutanasiados no estabelecimento; o impedimento de que dispositivos promocionais da empresa contenham informações que caracterizam propaganda enganosa e que não obedeça às normativas do CFMV; a implantação e o monitoramento de programa de manejo e controle integrado de pragas e animais sinantrópicos; a garantia da disposição correta dos esgotos provenientes dos
O que é um Criador de Sucesso?

Falamos várias vezes aqui sobre como obter sucesso na criação. Mas afinal, o que é um Criador de Sucesso? É muito comum ver nas redes sociais alguns criadores famosos e outros nem tanto. Alguns alegam terem muito sucesso em suas criações e muitos questionando esse sucesso. Portanto, o sucesso parece um tanto quanto volátil. O que é sucesso para um, não é para outro? A resposta simples é: Sim! Mesmo um criador que tenha vencido rankings, é bem conhecido, pode não se considerar um criador de sucesso? Como?!? Veremos! Começo de Tudo Todo o criador quando inicia sua criação traça alguma meta. Essa meta pode ser ousada ou conservadora. Além disso pode variar absurdamente. E ao longo da criação, novas metas podem ser traçadas. O criador pode traçar como meta ter um animal de sua criação vencendo uma determinada competição. Ou que consiga, ao final do mês, fechar as contas no azul. São ambas metas válidas e justas! Obviamente as formas de alcançá-las muda muito. Então, o primeiro passo para o criador se considerar de sucesso, é atingir a sua própria meta pessoal. O que ele deseja alcançar com a criação. E isso é extremamente individual. Reconhecimento Outro fator que está associado ao sucesso é o reconhecimento de seus pares e/ou clientes. Algumas vezes um criador pode ser odiado pelos concorrentes pela forma com ele trata seus competidores. Por outro lado é amado pelos clientes devido aos animais que produz e pelo suporte dado. Outras vezes ele pode ser reconhecido pelos seus pares com alguém que cria animais de excelente qualidade. Mas o trato com os clientes pode ser difícil. Não dá o devido suporte e acredita que o cliente é um privilegiado por ter um animal dele e age com arrogância. Portanto, além de ser um criador tecnicamente bom, ele deve ser um criador que cuida de seus clientes e sabe se relacionar também. Sucesso para os outros É muito comum ver no meio dos criadores, alguns querendo impor que o seu conceito de sucesso deve ser aplicado para outros. Uma atitude pode ser facilmente interpretada como arrogante. Como já falamos, o sucesso é, antes de mais nada, pessoal. É impossível que qualquer pessoa defina se um criador é ou não um criador de sucesso, além do próprio criador. Ele mesmo pode alardear que é um criador de sucesso, mas se de fato ele não acredita nisso, estará enganando a ele mesmo. Nesses casos poderá até mesmo abandonar sua meta traçada lá no início da criação. O que não é Sucesso Às vezes é mais fácil saber o que não é sucesso do que o que é sucesso. No caso dos criadores, existe um regra fácil que determina, sem sobras de dúvidas, o que não é Sucesso: Maus Tratos. O criador tem como premissa básica, o bem estar de seu plantel e dos filhotes nascidos sob sua responsabilidade. Portanto um criador que vende bem, que ganha títulos, que é reconhecido, mas que maltrata seus animais, definitivamente não é um criador de sucesso. Até porque nem poderia ser considerado criador, logo, jamais seria um criador de sucesso. Pode até ser um picareta de sucesso, mas jamais um criador. Definido Sucesso Se o criador for expositor, o sucesso dele poderá ser vencer um título ou um ranking. Se o criador for um hobbista, poderá ser produzir determinadas características no plantel. Se for um criador profissional, poderá ser vender seus filhotes sem maiores dificuldades e manter a família financeiramente estável. Qualquer um dos exemplos citados provavelmente será acompanhado de um reconhecimento de clientes e pares. Obviamente alguns podem desdenhar do sucesso do outro, mas isso é relativamente natural da nossa espécie. Logo, pode ser categoricamente ignorado. O que importa é o criador se sentir realizado com o seu trabalho. Saber que faz um trabalho que o deixa orgulhoso. Que faz um trabalho que promove saúde e alegria para seus animais e seus clientes. E você? É um criador de Sucesso?
Como Escolher a Raça a Criar

Escolher a Raça a criar é algo que deve ser feito com muito cuidado e avaliando vários critérios. A grande maioria dos criadores escolhem usando basicamente 1 único critério, entretanto, a avalição ampla permitirá que seja feita uma escolha mais adequada. Vamos abordar os aspectos que irão permitir ao criador elencar as raças candidatas e serem criadas e quais devem ser descartadas. Afinidade Olhando a história da grande maioria dos criadores, ela geralmente começa com o contato com um exemplar da raça através de um amigo. Logo em seguida chega o primeiro exemplar, geralmente tecnicamente de baixa qualidade e em seguida começa a saga do criador com estudo e ampliação do plantel. Como é possível avaliar, não é nenhum problema em usar esse critério, pois grandes e famosos criadores começaram assim e obtiveram sucesso em suas criações. Por outro lado, muitos criadores, mesmo com essa abordagem, não seguiram em frente, pois outros aspectos impactaram fortemente e obrigaram o encerramento das atividades. Obviamente o criador deve procurar uma raça que seja do seu agrado, tanto na estética quanto no comportamento e procurar aprender e estudar o padrão e possíveis doenças relacionadas a essa raça. Acordar todo o dia para tratar os animais sem uma relação de carinho e admiração, não irá fazer bem para ninguém. Logo, procure por um temperamento e estética que sejam adequados ao seu gosto e que tenha desejo de criar. Espaço Disponível Criar cães necessita de espaço. Até é possível ter poucos animais de raças pequenas em um apartamento. Entretanto, de uma forma geral, espaços maiores são necessários para dar o conforto para todos. Se o criador ainda não dispõe de um espaço maior, pode avaliar o espaço disponível para iniciar com os primeiros animais. Mas deve sempre ter em mente que a continuidade pode exigir um novo lugar. Além disso, no local deve ser permitido ter animais em maior quantidade. Muitos animais em um apartamento, ou em regiões centrais pode ser proíbido ou causar inconvenientes que irão gerar problemas. Já falamos sobre como montar um canil ideal, portanto procure um local com espaço para que isso ocorra. Mercado Avaliar o mercado é de extrema importância para a escolha da raça certa. Uma raça com alta demanda, geralmente tem muita oferta e concorrência. Uma raça com baixa demanda, pode ser muito difícil de ser procurada. Quanto maior a raça, maior tenderá a ser a área atendida. Logo, será necessário resolver aspectos logísticos, como já falamos aqui. De uma forma geral o criador irá atender a mais de um estado do país ou Brasil como um todo. Raças pequenas, de uma forma geral são vendidas mais regionalmente. Os custos logísticos envolvidos encarecem o filhote para clientes de fora da região. Ao escolher a raça, Cuidado com raças ou variedades populares ou exóticas, já alertamos sobre esse tema aqui. Imagine se todos quiserem um spitz branco hoje. Até que o criador obtenha suas matrizes e padreadores e começe a ter seus próprios filhotes, poderá demorar tanto que o valor cairá drásticamente. Custos Avaliar os custos também é de extrema importância. O quanto consome de ração, como são feitos os acasalamentos e partos, exames necessários, etc. Todos os aspectos que envolvem os custos devem ser avaliados. Raças que exigem cesárias constantes ou muito cuidado com os filhotes tendem a drenar um importante recurso de tempo e dinheiro do criador. Raças mais rústicas tendem a necessitar de menos investimentos. Manejo Algo extremamente importante e que impacta o dia a dia do criador: a forma de manejo. Cães de algumas raças, convivem bem juntos, outros de outras raças, exigem que fiquem separados para evitar conflitos. Algumas raças necessitam de cuidados com a pelagem, já outras possuem pelagem de fácil trato. Avalie se a raça costuma exigir gasto de energia alto ou baixo. Se a energia não for gasta com passeios, irá ser gasta com destruição de equipamentos, buracos, brigas, etc. Raças rústicas, de fácil manejo permitirão ao criador ter mais tempo para outras atividades sem interferir na qualidade de vida dos animais. Por outro lado, a maioria das raças mais rústicas tem menor valor de venda. Portanto, é importante ter equilíbrio para avaliar esse item. Conclusão Logo, escolher a raça a ser criada exige muito cuidado e atenção do futuro criador. Antes de se aventurar em montar um plantel, o importante é ter a noção do trabalho, esforço e retorno que isso poderá dar. Uma das formas de avaliar é, conhecendo o trabalho de criadores das raças em que há o interesse em criar. Conversando com eles, será possível verificar qual a necessidade de espaço, o esforço no manejo, se há mercado para os filhotes, a necessidade de capital e se, de fato, é essa raça que está no coração do criador. Outra decisão que o criador deve tomar é quantas raças criar. Para isso escrevemos esse artigo, confira. Com tudo isso ponderado, a escolha da raça será mais adequada e as chances de sucesso aumentam muito. Com uma divulgação adequada, como a do SistemaPET, o criador com certeza terá sucesso!
O Veterinário na Vida do Criador

Veterinário faz parte do dia a dia de um Criador, principalmente se ele mesmo não for um. Logo, a relação com esses profissionais é um ponto extremamente fundamental para o sucesso da criação. É impossível ter uma criação sem que exista um médico veterinário atendendo, ocasionalmente que seja, os animais do criador. Portanto, vamos falar um pouco sobre esse relacionamento e o que saber procurar para ter um bom atendimento. Percepção dos criadores Alguns Criadores mais experientes provavelmente terão muitas histórias sobre problemas com Veterinários. Esses problemas podem ser vários e, nos casos mais graves, os erros podem ter gerado a morte de animais. Infelizmente não é difícil encontrar esses relatos. Vários dirão que até mesmo evitam buscar o atendimento deles por não haver confiança. Outros dirão que os veterinários só querem dinheiro. Enfim, algo muito similar ao que alguns dizem sobre criadores. Infelizmente, os relatos de problemas são mais comuns do que deveriam. Se isso reflete a qualidade geral média dos atendimentos, é difícil avaliar. Mas com toda certeza existem muitos profissionais de alta qualidade no mercado. O lado do veterinários Por outro lado, também é comum ouvir relatos de veterinários informando sobre problemas nos filhotes oriundos de criações. Ás vezes totalmente infundados, mas outras vezes, com razão. Filhotes que chegam com doenças infecto-contagiosas, problemas genéticos claros e já manifestados, etc. Também não é muito difícil encontrar veterinários com histórias assim sobre seus atendimentos. Conflitos Essas generalizações tendem a gerar conflitos entre as duas classes que devem viver em harmonia e mais, colaborando para complementar o bem estar dos animais. O criador tem muito a ganhar com veterinários que conheçam o dia à dia das criações. E os veterinários poderão ganhar muito, conhecendo mais a fundo, as características e especificidades das diversas raças existentes e como melhorar o seu próprio atendimento. Já vivemos num mundo cada vez mais conflituoso, logo, todos os esforços devem ser feitos para que uma boa comunicação entre os lados se estabeleça e florença. Escolhendo um Veterinário Ganhar a confiança de um Criador é algo bem difícil. Primeiro porque ele não é um leigo no que tange a animais. Qualquer criador, mesmo um novato, já viu muitas coisas e tem uma boa experiência em detectar sintomas (vômitos, manqueiras, pele ressecada,..), em realizar tratamentos (dar medicações prescritas, acompanhar os resultados,…), em prestar toda a assistência aos seus animais (limpar curativos, escovar, monitorar melhoras,…). Portanto, ao conversar com um Vet, o papo poderá ser mais profundo. Dessa forma os dois podem trocar idéias e melhorar o diagnóstico e tratamento. Às vezes um Veterinário que também é criador, poderá ser uma opção extremamente interessante para o criador. Hoje em dia é cada vez mais comum a especialização veterinária. Entretanto, numa criação, ter um veterinário responsável de qualidade será a melhor forma de identificar e orientar as devidas especialidades que devem ser consultadas. Um bom veterinário não é aquele que sabe tudo! Mas aquele que sabe que não sabe tudo e está sempre disposto a aprender cada vez mais e orientar na busca do melhor diagnóstico e tratamento. Que vê no criador uma oportunidade de crescimento e parceria. Que vai pesquisar e agregar valor para o seu trabalho. Ele pode ter 1 ou 50 anos de profissão, não importa! Valores Ter um veterinário de confiança e de qualidade não tem preço. Da mesma forma, para o veterinário, ter um cliente recorrente e que sempre irá chamá-lo para os atendimentos também não tem valor. O Criador ganha tranquilidade, reduz os custos e riscos com tratamentos errados e tem um parceiro de confiança no manejo e na saúde dos cães. Será um parceiro que poderá até mesmo avaliar riscos e benefícios de acasalamentos, protocolos vacinais eficientes, melhoramento reprodutivo dos animais, etc. O Veterinário ganha um cliente fiel que pode estar sempre presente em atendimentos, além de poder aprender muito com um plantel de cães de diferentes raças. O veterinários também pode ver o resultado de seus tratamentos e o acompanhamento em diferentes animais de uma mesma raça e observar e aprender muito sobre elas. Não é incomum que os valores cobrados pelo veterinário seja inferior aos aplicados para os demais clientes. Pois geralmente o criador não é só um cliente fiel, mas um cliente presente. Pode estar sempre tratando um idoso, aplicando vacinas, fazendo cesárias ou inseminações, etc. Logo, ter um estímulo financeiro o fará cada vez mais presente. Segredo do Sucesso O grande segredo do sucesso na relação Veterinário x Criador está na ordem: 1) Comunicação2) Comunicação3) Comunicação Essa comunicação deve ser franca. Levando em conta que a decisão das medidas veterinárias são do Veterinário e no que tange ao manejo, do Criador. Mas com uma comunicação sincera e franca, a qualidade das informações para que a melhor decisão seja tomada são muito maiores. Se o criador achar um valor alto, deve ter a liberdade de questionar. Se o criador não seguir a orientação médica, o Veterinário deve ter a liberdade de “puxar a orelha”! A relação deve ser de fato, franca e aberta. Conclusão Portanto, procure conversar com os Veterinários próximos a você, veja qual realmente está disposto a ser parceiro na sua criação. Obviamente haverão custos, mas será um investimento na sua própria criação. E obviamente avalie o resultado desse investimento. Se o Criador não ficar mais tranquilo e os animais melhor cuidados, procure outro. Não existe um grande criador de animais sem um grande veterinário auxiliando-o. Isso é fato! Portanto, se ainda não tem, comece a procurar o seu Agora!
Estoque de Ração

Como já falamos nesse artigo, a ração é o custo fixo mais importante que o criador deve gerenciar. Logo, cuidar bem do estoque de ração é fundamental para o controle de saúde e dos custos. Portanto, vamos falar sobre uma questão importante para o bom uso dela, o acondicionamento. Recebendo a Ração Ao solicitar ao fornecedor, a entrega da ração é geralmente feita pelo caminhão de entrega, uma vez que o criador adquire quantidades significativas do produto. Algumas rações são embaladas a vácuo, o que garante uma conservação melhor. Outras não passam por esse processo, mas todas as embalagens devem estar intactas. Caso seja constadada uma violação na embalagem, como um furo ou rasgo, se possível troque no momento da entrega. Se não for possível trocar a embalagem no momento da entrega, é importante entrar em contato com o fornecedor para informar dos problemas. Pois com ambalagem comprometida, a garantia da qualidade da ração também estará comprometida. Local do Estoque de Ração É importante que o criador possua um local seco, com temperatura controlada e isolado para guardar os sacos de ração. O ideal é que o estoque de ração esteja numa sala que não permita a entrada de roedores ou aves. Geralmente eles são empilhadas para o armazenamento. Mas o saco que ficar mais embaixo não pode ficar encostado no chão. O ideal é que seja colocado sobre um pallet, de madeira ou de plástico. Dessa forma evita a umidade do chão e preserva a ração por mais tempo. O custo de um pallet é baixo e pode ser adquirido em vários lugares, incluindo lojas de material de construção. Pallets de plásticos tem a vantagem de serem bem duráveis e serem imunes a cupins. Abrindo o Saco Uma vez aberto, o ideal é que a ração seja acondicionada em potes com tampas, se tiverem algo para fechar, melhor. Dessa forma evitam a entrada de roedores dentro do pote. Se o criador possui mais de um tipo de ração, o ideal é que a identificação da ração esteja na parte externa do pote. Manter o saco aberto, tendo o contato com o chão e sem fechá-lo, além de acelerar a perda de qualidade do alimento, é um convite para todo o tipo de inseto, roedor e até mesmo aves. Uma vez aberto, o ideal é que o alimento seja consumido em no máximo 30 dias. Tão logo a ração acondicionada num pote seja consumida, é importante que o recipente seja lavado, bem enxaguado e seco adequadamente para que o alimento já envelhido do saco que findou não contamine o novo conteúdo. Ofertando a Ração O ideal é que a ração seja ofertada seguindo uma rotina bem estabelecida. Com hora para ofertar aos animais e hora para recolher o alimento. Dessa forma evita-se o aparecimento e instalação de invasores (insetos, ratos, pássaros,…) próximo a área dos animais. Geralmente 15 minutos é o tempo suficiente para que os animais se alimentem. Se for alguns minutos após alguma atividade, melhor ainda. Problemas com o Alimento Alimentos com problema podem ser uma enorme dor de cabeça para o criador. Como ele é ofertado a um número grande de animais, eles poderão passar mal ao mesmo tempo e, além da enorme preocupação causada, podem gerar um enorme custo. Detectar esse tipo de problema pode ser difícil, um vez que a contaminação pode ser da água, de algum produto de limpeza, etc. Portanto manter uma rotina de trabalho com o manejo da ração é fundamental para reduzir as chances de problemas. Controlando o Estoque Como já mencionamos, também é fundamental controlar o estoque de ração de forma eficiente. Assim o criador poderá fazer o pedido de reposição ao fornecedor no momento certo. Também poderá verificar se está havendo um consumo acima ou abaixo do esperado. O SistemaPet poderá ajudar o criador nessa atividade que é importantíssima para a sáude dos animais e para saúde financeira do criador!
Plantel de Qualidade Vale a Pena?

Plantel de Qualidade Montar um Plantel de Qualidade é uma mescla entre arte e ciência. É uma Arte, pois depende do feeling do criador em identificar características importantes no cão ou gato, analisando os melhores exemplares possíveis e compatíveis com os demais animais do plantel. É uma ciência , porque é extremamente importante fazer uma análise criteriosa de árvores genealógicas. Nessa análise é fundamental identificar o COI dos futuros acasalamentos, analisar as probabilidade de cores, verificar a saúde dos antepassados, etc. Ou seja, sem um bom planejamento , há poucas chances de ser montado um plantel de qualidade. Resultado de um Bom Plantel O resultado de um bom trabalho são animais saudáveis e extremamente bonitos. Geralmente são os que estão nas capas de revistas e que o público deseja. Acasalamento sem esse cuidado pode trazer características indesejadas. O animal tende a ficar mais frágil, com problemas de saúde, e visivelmente é um animal inferior daquele que se deseja produzir ou almeja possuir. Muitas vezes um bom filhote colocado ao lado de outro, tecnicamente ruim, mostra sua qualidade sem que ninguém diga nada! Ela fica visível! Reflexo no Mercado Geralmente sempre há demanda por animais que enchem os olhos. Ainda mais hoje em dia, em que uma parcela das compras dos mesmos é feita via internet. Se o criador seguir as nossas dicas poderá demonstrar de forma clara a qualidade de seus filhotes. Quando uma raça chega ao ponto de saturação, ou seja, a oferta e a demanda se equivalem, os primeiros sinais aparecem nas criações cujos animais não despertam tanto desejo. Um bom criador pode sentir essa saturação também, mas dificilmente será pela falta de qualidade dos animais. Muito provavelmente será por problemas relativos ao seu marketing, o que é mais facilmente corrigível. Logo, ter um plantel de qualidade e, acima de tudo, efetuar um acasalamento planejado, trazem retornos financeiros melhores. Selecionar os filhotes para permaneceram no plantel também é fundamental para que o criador consiga perpetuar essa qualidade. Montando um Plantel de Qualidade Caso o criador tenha iniciado o plantel com uma qualidade técnica que não seja o ideal, a dica é que ele vá re-investindo com a aquisição de animais de melhor qualidade técnica, sempre dentro do planejamento orçamentário. Criar um animal de boa qualidade técnica não tem um valor diferente de criar um com baixa qualidade técnica. Considerando que ambos sejam, no geral, saudáveis. Obviamente o custo de aquisição pode ser diferente, mas ele torna-se baixo ao longo do tempo. Qualidade Sempre Vende! Portanto, sempre que possível, procure manter um plantel da melhor qualidade técnica que, aliado a um marketing eficiente, aumentam muito as chances de sucesso.
Proibição da Criação Pet

A Proibição da Criação vai ocorrer? O mundo cinófilo está agitado com as muitas legislações sendo propostas visando a proibição da criação de pet’s de raça. Já falamos sobre os riscos da extinção das raças que essas leis representam. Já existem exemplos onde legislações assim passaram, como a em vigor na cidade de Curitiba. Onde a criação de pet’s é proibida, logo, existe sim um risco de aprovação de novas leis em outros lugares. Esferas De uma forma geral as legislações propostas estão, na maioria, no nível municipal, algumas poucas estaduais e federais. O criador está nos municípios, logo, é ali onde deve ficar mais atento às movimentações quanto a regulamentações. É o município que fiscaliza e aprova os criadores a funcionarem. O que foi observado é que esses movimentos atingem cidades maiores e é pouco visto em cidades menores. Talvez por pressão de pessoas que se dizem defensoras dos animais e por políticos que querem pegar carona no barulho que elas fazem. Logo a atenção deve ser redobrada nesses lugares. Nos Estados tem-se visto movimentações com o intuito de regulamentar a criação, mas o trâmite estadual é mais complexo do que o trâmite municipal. E nesse caso todos os criadores do estado devem estar atentos às propostas. No nível Federal, existem propostas de leis no Congresso, mas lá existem dezenas de milhares de propostas de leis. Logo, estar relacionada como proposta de lei, a princípio, não deve causar maiores preocupações aos criadores. Mas obviamente, o monitoramento deve ser presente. Atuação Política Nesse momento em que algumas propostas de proibição da criação estão avançando, cabe aos criadores tomarem ações políticas e não jurídicas. Isso quer dizer, reunir os criadores, contactar os políticos e apresentar para eles, os impactos dessa proibição nas várias esferas: social, econômica, ambiental, etc. Obviamente haverá políticos que na frente irão dizer que foi tudo muito bem, mas quando deixarem o local, continuarão com seus objetivos. Mas para um projeto ser aprovado, vários precisarão votar, logo, falar com vários políticos é o caminho. Entrar no mérito sobre a constitucionalidade da medida nesse momento é importante, mas não fundamental. Pois se a lei passa num município, até ser julgada inconstitucional, terão se passado vários anos. Órgãos Responsáveis Mas afinal, qual é o órgão responsável por defender os criadores? Já falamos um pouco sobre isso. Temos vistos várias ações e grupos se mobilizando para a defesa dos criadores. Entretanto cabe aos criadores entender que esse problema é sério e vai afetar a eles. Logo, o próprio criador é o maior interessado em resolver a questão e a tentativa de terceirizar o problema para outro resolver pode não ser o melhor caminho. Jogar a responsabilidade de solução desse problema nos órgãos de registro cartoriais (CBKC, SOBRACI, ALKC,..) é atribuir uma responsabilidade que essas entidades não se propuseram a ter! Por outro lado o Kennel Clube Regional é o local onde será mais fácil reunir os demais criadores para ações junto aos vereadores e deputados. Grupos de Whatsapp, reuniões, etc são bons pontos de partida para a mobilização. Um bom exemplo ocorreu com o Kennel Club de Florianópolis, onde os criadores se mobilizaram, inicialmente no whatsapp e foram conversar com diversos políticos da câmara de vereadores sobre um projeto que buscava a proibição da criação. Os resultado foram animadores, mas a luta continua e a união dos criadores demostrou força e resultado. Formas de Atuação Outras iniciativas estão ocorrendo pelo Brasil e isso é importante. Toda e qualquer iniciativa que visa a defesa da atividade é importante e válida. Obviamente seus métodos são diferentes, mas nesse momento o importante é estarem focadas em defender o criador dessas legislações que visam a proibição. Existem iniciativas formando associações de criadores, outras estão delegando a atuação política a alguns advogados, outras iniciativas estão em formar grupo de conversa, etc. Todas tem prós e contras, mas nesse momento é importante que algo seja feito de prático. Alarde É perceptível que haja uma sensação de terror na comunidade cinófila. Entretanto devemos nos atentar aos fatos pontuais que estão em tramitação. Existem sim, vários projetos de leis engavetados e a simples existência deles não deve causar maiores preocupações aos criadores. Logo, o criador, ao ver um projeto de lei, deve verificar seu status atual. Se ele for um projeto engavetado, não há porque se preocupar demais. Obviamente deve estar atento a isso, mas existem centenas de milhares de projetos de leis nas assembléias e no congresso que nunca irão passar de uma proposta. Mas cada vez que um projeto de proibição da criação é disseminado nos grupos de whats, aumenta o medo. Portanto, nessa hora é importante ter frieza e analisar de fato o risco representado por cada um desses projetos. Futuro As ações políticas tomadas pelos criadores tem demonstrado um resultado efetivo. É importante estar ativo politicamente, sendo via o kennel clube, ou associação ou de forma independente. Ter uma porta aberta com a classe política pode ser a maior vitória que os criadores poderão alcançar nesses tempos difíceis. Obviamente o criador deve estar focado em realizar sua criação promovendo o bem estar de seus animais e filhotes. Mas não poderá mais ignorar os movimentos políticos que desejam acabar com sua atividade. Com união e trabalho, o futuro será melhor.
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Cheques! Há alguns anos a venda de animais, principalmente a distância, dependia de uma ferramente extremamente insegura para a realização dos pagamentos parcelados, o Cheque. Quando você conseguia um interessado de um local mais distante, era necessário ir algumas vezes ao correio. Para enviar fotos, contratos, etc. E até o pagamento era dependente do Correio, pois o cliente fazia um cheque para cada prestação. Então você recebia, as vezes, um envelope com vários cheques pré-datados. Não era incomum que um ou outro cheque tivesse problemas com fundos. Logo, o criador ficava um tempo até depositar e com um enorme risco dele não ser compensado. Com o passar do tempo, o cheque começou a ser substituído pelo cartão de crédito que, embora ainda exista um certo risco, ele é imensamente menor que o velho cheque. Antecipação Entretanto, uma nova pratica começou a ganhar força, a antecipação dos recebíveis. A antecipação dos recebíveis nada mais é do que um empréstimo! Possui como garantia os valores a serem pagos pelo cartão de crédito. Como as chances de não receber são menores, é um empréstimo mais barato que a média, mas mesmo assim com taxas extremamente altas. Para muitos criadores é uma forma de receber o valor total do filhote mais rapidamente, mesmo pagando essas altas taxas. Vários criadores repassam os valores dos juros para o cliente. Dessa forma eles entendem que é o cliente quem paga por esse valor. Mas isso é querer se enganar. Quem de fato paga ou deixa de ganhar esse valor é o criador. Por exemplo, se um criador vende o filhote a 3000 a vista, mas em 10x ele cobra do cliente 3600, quem de fato está deixando de ganhar 600 é o criador, que poderia embolsar esse valor. O problema é que demoraria 10 meses para receber. Mas, por outro lado, ganhar 20% em 10 meses é um excelente rendimento! Aumentando os Ganhos – Passo a Passo O grande problema para o criador é esperar esse tempo todo até receber pelo filhote. Além do mais é muito mais caro contrair dívidas do que antecipar os recebíveis. Entretanto, cabe ao criador efetuar o devido planejamento. Pois tendo um fluxo de caixa controlado, poderá propiciar um aumento significativo de receitas. Todo o mês os criadores tem suas contas fixas (ração, funcionários, luz, água, etc etc etc). Portanto, o primeiro passo é ter esses custos apontados. Em seguida, deve-se verificar o que é fundamental para que as contas sejam pagas. Trabalhar para que esses valores sejam pagos e o que for acima disso, não precisariam ser antecipados. Olhe nosso artigo sobre isso. Por exemplo, numa ninhada de 5 filhotes, será necessário o valor de 4 para pagar as contas, mas dá para deixar 1 pagamento do filhote sem antecipar. Dessa forma o ganho real desse filhote pode aumentar em até 20% dependendo das parcelas e da operadora que o criador usa (MP, PagSeguro, etc). Se o criador tiver 1 ninhada por mês e a média for de 5 filhotes ou mais, com 5 ninhadas, não será mais necessário realizar antecipação de recebíveis. Além disso o criador poderá aumentar em até 20% as receitas das vendas, sem contar que ele irá receber um valor fixo por mais tempo. Resumindo Se você tiver a criação como Hobby, então não antecipe nunca! E ganhe até 20% a mais na venda. Se da sua criação vem o sustento de sua família, a dica é, na primeira ninhada não antecipe um filhote, na segunda ninhada, não antecipe dois filhotes e assim por diante, até você conseguir o recebimento mensal desejado. Dessa forma a pressão por uma venda imediata se reduz e traz mais tranquilidade para o dia a dia, sem contar que pode aumentar o faturamento em até 20%! Planejando e Aumentado o Faturamento com o SistemaPET O SistemaPET lançou uma ferramenta onde permite que o criador faça as projeções de venda. Além disso permite que a venda seja feita pelo site do criador. Assim não precisa ir para qualquer outro meio de pagamento como PagSeguro, Mercado Pago, PayPal, etc. Além da plataforma de gestão mais completa do mercado pet para criadores. Do site mais eficiente na divulgação do trabalho do criador. Agora conta com ferramenta de venda mais fácil e eficiente focada no criador de animais. Dessa forma, dentro do SistemaPET é possível simular as quantidade de parcelas e quanto o criador irá ganhar com e sem antecipação. Poderá determinar a quantidade de parcelamento máximo, se irá ou não antecipar a venda, etc. Acesse e Confira!
Envio de Filhotes

Envio de Filhotes no Passado Antigamente, o envio de filhotes por grandes distâncias era algo realmente complicado. O envio aéreo era extremamente raro e, em alguns casos, o transporte era marítimo acompanhado por alguém. O transporte terrestre pelo país tinha de ser acompanhado pelo criador ou pelo comprador e poderia levar dias entre cidades distantes. Hoje em dia, por outro lado, há várias opções de envio. Além do transporte aéreo, que, embora esteja com algumas restrições, é muito mais fácil do que antigamente. Há até possibilidade de um animal ir na cabine, algo impensável há poucas décadas. Diferenças Basicamente esses são os 4 principais motivos pelos quais o criador será dependente de logística de envio de filhotes: Quanto maior a raça criada; Distância de grandes centros urbanos; Quanto maior o valor agregado dos filhote; Animais muito raros; Essa necessidade vem do fato de que nem sempre ele encontrará o cliente dos seus filhotes perto de casa. Um criador de Dogo Argentino, ou de Spitz de alta qualidade ou que mora no interior de MG, por exemplo, nem sempre irá encontrar o cliente na “esquina”. Ao contrário de um criador de Shih Tzu ou de gato Persa que mora em São Paulo ou no Rio. Atores Logísticos Hoje em dia o transporte de animais cresceu significativamente. Isso permite que o envio seja feito de forma mais fácil. Mas isso não quer dizer que seja gratuito! Além do clássico transporte aéreo, comum entre grandes centros urbanos. Hoje existem empresas e pessoas que fazem o transporte terrestre. Alguns tem quase uma linha regular, outros fazem roteiros de tempos em tempos. Portanto, para um criador é fundamental que ele tenha entre seus contatos as pessoas e empresas que fazem esse serviço. Cuidados no Transporte Obviamente ao escolher qualquer fornecedor, é necessário que ele seja de confiança e tenha uma ótima reputação. Quando você entrega um animal nas mãos de um fornecedor logístico, você deve ter segurança de que ele não correrá riscos desnecessário. Logo, procure por pessoas que já utilizaram os serviços e verifique como foi. Se o transporte for rodoviário, verifique as condições do veículo. Se for aéreo, verifique o melhor horário para transporte. A caixa de transporte também deve ser forte e do tamanho adequado para o conforto do animal da origem até o destino. Custos: Cliente x Criador Obviamente esses custos de envio de filhotes devem ser repassados de alguma forma ao cliente e, preferencialmente, pagos de forma separada. Alguns tipos de transporte podem ser pagos pelo cliente diretamente para a transportadora, outros casos o cliente paga antecipadamente ao criador. A caixa de transporte pode ser cobrada pelo criador ou ele poderá solicitar o retorno pelo cliente. Nos casos de devolução, pode ser cobrada um caução até a caixa retornar. Dependendo do mercado em que o criador está inserido, por exemplo, no interior do estado. O ideal é que o valor anunciado pelo animal já contemple o valor até o centro urbano mais próximo. Dessa forma ele irá comtemplar o centro urbano como parte de sua área de abrangência. Além disso, tente organizar a entrega de mais de um animal ao mesmo tempo. Conclusão Ter uma operação logística de confiança “na manga” é extremamente importante para os criadores ampliarem seus mercados, se isso trouxer vantagens! Entretanto, se o foco não for a venda em mercados distantes ou se a complexidade do envio for muito grande, pode ser que o esforço não seja válido e seja melhor explorar mercados mais próximos, onde a necessidade logística seja menor ou inexistente. O ideal é que todo o procedimento logístico esteja descrito em sua Política de Vendas. Confira o que indicamos para isso! Tendo o mercado definido, invista em marketing para atendê-lo! Assim, com o mercado definido e a logística dominada, as vendas e as entregas serão tranquilas!
