Venda Segura de filhotes – Como não ser trapaceado ao vender seu filhote

Elaboramos algumas dicas para que o criador possa realizar uma venda segura de seus filhotes. Alguns procedimentos que devem ser executados antes e durante a venda do precioso filhote
Custo de Venda do Filhote

Custo de Venda do Filhote – CVF O que é? O Custo de Venda do Filhote é, basicamente, o quanto, em média, você deve investir em venda até que uma venda ocorra. Anúncios do Google ou do Facebook, se bem usados, são extremamente úteis para alavancar as vendas dos filhotes dá um excelente resultado, entretanto esse investimento deve ser feito com planejamento e indicadores para que sejam bem avaliados. Alguns criadores fazem investimentos pequenos nas plataformas de divulgação e não obtém o resultado desejado e partem do principio que não funciona. Mas é fundamental que seja realizada uma análise mais fria do investimento. Como já falado, uma das grandes vantagens do marketing digital é ter os números precisos quanto ao resultado obtido, e ele deve ser friamente analisado. Se um criador investe mil reais numa das plataformas de divulgação (Google, Facebook, Mercado Livre, OLX, etc, etc, etc) e ele vende 4 filhotes, podemos inferir que o custo de aquisição é de R$ 250. Ou seja, a cada R$ 250 investidos na divulgação, ele irá converter em uma venda, esse é o Custo de Venda do Filhote. Vale a pena? Depende! Qual o custo médio do filhote? Esse valor está valendo a pena? Existe uma opção melhor? Se o mesmo criador resolver investir os mesmos mil reais em outra plataforma e ele vender 5 filhotes, o custo de aquisição nessa plataforma se torna R$ 200 por venda, ou seja, 20% a menos que a outra plataforma… As vezes, não é necessário nem mudar de plataforma, apenas mudar algumas palavras e o resultado se torna melhor. Mas como saber qual a plataforma que deu mais resultado? Simples: Pergunte ao cliente! Quando a compra for fechada, como ele te encontrou? Anote os resultados. Com os números apurados, ficará mais fácil descobrir qual o valor necessário para que toda a ninhada seja vendida. Se você apurou uma valor de R$ 100 de custo de venda do filhote e futuramente tiver 5 filhotes, já sabe que deve investir R$ 500 em publicidade para que todos sejam vendidos, simples assim. Monitorar esse custo de venda é fundamental para saber qual será o melhor investimento. Se valerá a pena fazer uma anúncio em revista, ou investir em publicidade na página do kennel, no OLX ou qualquer lugar onde venda anúncios. Em alguns casos o criador decide não investir mais no anuncio em algum local, mas isso pode ocorrer porque ele não chegou no valor médio de conversão ainda. Por exemplo, o Custo de Vendo do Filhote é de 160 reais, mas ele investiu 150 reais, por pouco não chegou no valor de conversão. Claro, estamos falando de média, logo a primeira venda pode ocorrer com 180 ou 120 reais investidos, mas no longo prazo o número ficará cada vez mais claro. Testando alternativas Uma sugestão é investir até 20% a mais do que o melhor local onde a média ocorre. Por exemplo, se você já anuncia com uma média de 100 em algum local, invista até, no máximo 120 em outro local… acima disso dificilmente ela terá um custo de aquisição médio menor. E a outra varável é o anúncio em si.. as palavras, fotos e forma como você anuncia podem ter impactos enormes na conversão. Portanto tente testar novos modelos de anúncio e, principalmente, avalie o resultado. Nesses momentos de dificuldades em encontrar bons clientes, é fundamental que a venda seja bem feita e que você não invista mais do que é necessário. Conclusão Mas com certeza, no geral, se bem feito, o anúncio digital gera um Custo de Venda do Filhote muito menor do que o anúncio impresso. Portanto, investir em publicidade, dá resultado! Mas mensure o resultado para que seu investimento seja o mais inteligente possível!
Como Sobreviver ao Criador Desleal

Criador Desleal – Sobrevivendo à Concorrência Anunciando a Frustração Não é incomum ver criadores postando mensagens divulgando sua frustração, ou mesma a raiva, com a competição de valores, o criador desleal ou quando tem um dia daqueles em que tudo dá errado e reclamando falta de reconhecimento por parte de clientes. Realmente o criador é o elo mais fraco de um mercado enorme. Além de, muitas vezes, ser taxado como explorador de animais, ou sofrer campanhas de entidades de adoção para que as pessoas não compre animais, ainda sofre com muita competição de pessoas não profissionais. Mas será que ficar reclamando no perfil do criador ajuda? Educando os clientes Uma das forma de reduzir esse problema é a educação! Infelizmente aqui no país os clubes de raça não são uma fonte legal de informações. E também, geralmente, não fazem questão de diferenciar o criador sério e o criador desleal. Os poucos que existem e que possuem informações interessantes, muitas vezes acabam deixando os textos muito técnicos. Vídeos demonstrando as diferenças e riscos entre os criadores são difíceis de serem encontrados. Há iniciativas interessantes de lançar uma espécie de selo de qualidade. Mas esse selo deve ser bem divulgado. O que geralmente não ocorre. Portanto, sem apoio dos clubes, o trabalho de divulgação se torna muito mais difícil. Mas isso não impede que os próprios criadores possam gerar conteúdo para melhorar o conhecimento dos clientes. A tarefa não é fácil e é mais um trabalho para o já cansado criador, mas se for possível gerar um conteúdo por mês, ao longo do tempo, haverá uma quantidade grande de conteúdo. Alguns temas para começar podem ser visto aqui. Competições Infantis Além da falta de força de clubes ou entidades que reúnem os criadores, não é incomum que, em algumas raças, os criadores estejam sempre em estado de tensão uns com os outros. O mercado Pet no Brasil é imenso mas, alguns criadores, se sentem ameaçados por um criador do mesmo nível! Ele não o vê como uma pessoa que poderá ajudar na divulgação da raça e sim como um competidor. E isso gera atritos em que todos perdem. Ao invés de se juntarem para combater o criador desleal, ficam em conflito por questões, muita vezes, de ego ou divergências pontuais. Entretanto já existem vários exemplos em que a colaboração entre criadores geram resultados muito interessantes! Se diferenciando Mas como se diferenciar nesse mundo competitivo? Alguns apostam em participar de exposições para obter o reconhecimento dos animais. Outros apostam em publicidade em revistas e jornais da área pet. Entretanto a diferenciação pode ser percebida em vários pontos: Atendimento e simpatia na pré-venda; Qualidade das informações disponibilizadas pelo criador; Documentação entregue no momento da venda Cuidado e preocupação com o bem estar do animal no pós venda; Não adianta participar de exposições se os resultados não estão facilmente disponibilizados para as pessoas que visitam o site do criador. Publicidade em revistas não darão resultados se a distribuição da mesma for somente para o pessoal técnico. Fotos de filhotes bêbes não irão se diferenciar em termos de qualidade aos olhos dos leigos. Conclusão Sempre existiu e sempre irá existir a competição desleal com os criadores. Então, não adianta chorar e ranger os dentes, você terá de se diferenciar para que as pessoas percebam seu valor! As dicas são as mesmas já enviadas algumas vezes. Tenha um lugar próprio na web. Procure caprichar nas fotos dos adultos. Mantenha contato com os clientes e possíveis clientes. Seja sempre simpático e atencioso, mesmo com alguns que podem não merecer. E paciência! Não adianta, o reconhecimento de um trabalho geralmente leva um tempinho!
O Futuro dos Programas de Criadores

Passado ao Presente dos Programas de Criadores Há alguns anos os chamados Programas de Criadores, promovidos pelas marcas de rações, eram realmente generosos com os criadores que participavam deles. Além do investimento realizado pelas fábricas de rações via fornecimento de ração, havia ainda o fornecimento de material de manejo. Desde toalhas, recipientes para guardar ração, aventais, etc. Esse apoio era forte, frequente e seguro. Algumas fábricas se notabilizam por terem programas de criadores mais ativos. A Royal Canin, Premier Pet, Farmina e Pro Plan são as mais conhecidas. Com o passar dos anos, entretanto, os programas foram se modificando ao longo do tempo. O investimento realizado pelas fábricas foi reduzindo a medida em que novas marcas iam entrando no mercado. Realidade Atual Alguns programas se transformaram em programas de pontuação. Outros restringiram ou mesmo acabaram com o patrocínio. O material de manejo se tornou raro e difícil conseguir. Outro fator que foi percebido foi a dificuldade de uma resposta às solicitações dos criadores. Bonificações foram prometidas e muitas vezes não chegaram aos criadores. Os kit filhotes solicitados, na maioria das vezes, não chegam quando solicitados. O canal de contato com a fábrica em muitos casos é difícil, pois quem geralmente quem cuida da gestão local do programa de criador é a distribuidora ou um responsável local. Ou seja, a percepção é que cada vez menos as marcas de ração estão investindo nos criadores. Entretanto, a maioria das grandes marcas de ração reconhece que o criador, além de ser um mercado promissor, pois é responsável por parte significativa da venda de rações super premium, é um importante influenciador na aquisição de novos clientes finais. Justificativa O grande desafio para as marcas é justificar o investimento feito em um criador e nos programas de criadores em geral. Hoje em dia é necessário que uma ação realizada tenha indicadores de desempenho. Ou seja, se for investido um saco de ração para um criador, esse saco de ração deve retornar de alguma forma! Essa é a premissa básica de qualquer investimento, seja de produção, marketing ou operação. Dificuldades dos Atuais Programas de Criadores Algumas marcas solicitam que os criadores preencham formulários com as informações dos proprietários de seus filhotes, entretanto esses formulários, quando preenchidos, nem sempre chegam as fábricas. E em alguns casos elas nem sabem o que fazer com eles. Outro problema que as fábricas enfrentam é a reputação do criador. É difícil para uma marca de ração diferenciar um criador sério que tem muitos filhotes de uma fábrica. Isso pode trazer uma reputação ruim para a marca quando o canil parceiro aparece nos jornais como um local de exploração de animais. Ou quando vários proprietários reclamam do criador e, por consequência, não dão valor a indicação da ração dada. Mesmo as bonificações por exibição em revistas ou mesmo em sites não é mensurada. Quando falamos em sites, nem as dimensões são em pixel’s, unidade de medida básica para imagens na web, são informada pelas fábricas. E geralmente as logos estão lá embaixo, sem destaque nenhum para alguém que está investindo de fato na criação. A grande maioria, senão todas, nem avaliam quantos cliques cada logo recebe, portanto, como saber se aquele saco de ração bonificado deu resultado? Aquela logo numa revista que pouca gente lê, e que foi investido um o valor de um saco de ração, realmente volta? As fábricas não sabem ou tem dificuldades em mensurar isso! Nem mesmo a atuação em mídias como redes sociais tem um retorno mais fácil de mensuração. Os próprios anunciantes já estão percebendo que likes no Facebook não significam muito. Afinal o que significa é cliente comprando. Como converter o like em compra? Mas o que deve ser monitorado? É fundamental que cada criador que participa dos programas de criadores tenha seus indicadores individuais de desempenho. Quantos novos potenciais clientes (lead´s) ou clientes de fato cada um gera, quem são eles? Onde estão comprando? Qual a reputação de cada criador? Enfim, somente dessa forma é possível justificar o investimento feito em cada criador. Mas como obter essas informações? Hoje em dia vivemos num mundo com muito mais informações. Já é possível ter esses dados de ponta a ponta. Ou seja, é possível saber quantos acessos cada criador tem em suas plataformas, quantos contatos recebem, quem são os contatos, quantos cães cada um possui, como é o desempenho das rações com cada raça, quem são os clientes, onde eles estão e onde compram a ração. Com as informações nas mãos, fica fácil para os responsáveis pelos programas de criadores justificarem os investimentos feitos. Futuro promissor? Mas enquanto os números não forem identificados e apontados, a tendência é que os atuais programas de criadores passem a ser somente um desconto por volume de compra. Entretanto o futuro pode ser muito promissor. Mensurando o resultado de forma eficiente, a fábrica poderá ser de fato um parceiro importante para o criador e o criador será, de fato, um apoiador da marca.
5 Dicas pra o Site do Canil ou Gatil Bombar

Dicas rápidas e eficientes para melhorar o desempenho e visitação do site do canil ou o site do gatil. Aplique já essa medidas e bombe na web!
10 Dicas para fotografar seu Cão

Aprenda dicas fundamentais para tirar boas fotos de seu cão e fazer sucesso nas redes sociais e no seu site.
