Reposição de Planos de Creche e Banho

Reposição na Creche e no Banho & Tosa

Planos e Pacotes No Segmento Pet, principalmente Creches, geralmente são vendidos planos para seus clientes. Em poucos casos, o segmento de Banho & Tosa também começa a aderir aos planos. Algumas vezes eles tem variações de nomes dependendo do local onde sejam ofertados. Mas basicamente consistem de uma assinatura de recorrência de serviços num determinado dia. Outra forma de comercialização muito comum é a venda de pacotes, ou seja, o cliente compra uma determinada quantidade de serviços pagando antecipadamente e tendo, em geral, um desconto por isso. Na grande maioria das vezes ele já tem dias certos para o uso desses serviços. Se você deseja saber um pouco mais sobre Planos e Pacotes, clique aqui. Muitas vezes o cliente não pode levar seu pet para utilizar o serviço, e as razões são as mais variadas possíveis, desde problemas de saúde comprovados, até desculpas das mais esfarrapadas possíveis. De uma forma geral as empresas ainda trabalham com a reposição do dia não utilizado. Entretanto poucos fazem uma análise desse impacto em suas operações. E é isso qua vamos ver nesse artigo. Prática de Mercado Com excecção do mercado pet, em especial creches e estéticas, nenhum outro segmento trabalha com esse tipo de reposição. Se observamos o segmento de educação, por exemplo, a não ser aulas particulares, que são VIP. Se você, seu filho ou qualquer outra pessoal faltar a uma aula na escola, faculdade, etc, você perde, simples assim. Na academia, se você comprar uma determinada frequencia semanal e não usar, perde. A própria assinatura de serviços de tecnologia, você compra a disponibilidade, não o uso. Se você pagar ao Netflix e não assistir a nenhum filme, a cobrança será feita normalmente. Porque o mercado pet adotou uma prática diferente? Benefícios já aplicados Lembre-se de que quando você vende antecipadamente para um cliente, você está vendendo uma reserva, uma garantia de agenda, um alocação de recursos para que o serviço seja feito e o cliente ainda vai receber um benefício por isso, seja desconto ou um serviço adicional. O cliente ganha um benefício por ter feito isso. É verdade que, a princípio, a empresa também ganha um benefício, afinal, já recebe antecipamente e já garante recursos futuros. Mas lembre-se, o cliente já ganhou, independentemente se já exucutou o serviço acordado. Quanto custa uma falta? O que acaba passando despercebido pelos empreendedores, é que uma falta de um animal que estava planejado, custa! Mas afinal, quais custos são esses? Primeiro, a sua infraestrutura foi toda alocada para o pet estar lá. O aluguel daquele momento está sendo pago, a luz, água, internet, etc, tudo está sendo pago e foi reservado para atender ao animal. Em seguida, temos de analisar um dos custos mais altos, a mão de obra. Quando falamos em banho, cujo serviço é individualizado, o cenário fica ainda mais caro, pois você terá um profissional parado, custando e não faturando. Mas mesmo quando falamos em creche, a diluição do monitor é reduzida, ao invéz dele monitorar 10 animais, por exemplo, vai monitar 9, ou seja, 10% a mais de custos operacionais. Por último, a venda não realizada para esse período. Você poderia ter vendido o serviço para outro, mas o horário já estava reservado. Assim como a capacidade de atendimento com qualidade dimensionada. Custo da Reposição Além de já ter perdido dinheiro quando o cliente falta, a reposição custa novamente os recursos da infraestrutura, da mão de obra e da não captação de novas vendas e clientes. Portanto, quando um cliente falta e efetua uma reposição, muitas vezes, podem custar mais caro que o desconto dado. Portanto, avalie muito a possibilidade de reposição. Isso sem falar que, em caso de creches, animais novos podem trazer atenções novas com um cão novo numa matilha mais ou menos estabeleciada. Quando dar Reposição? E claro que a pressão do cliente ou mesmo as práticas do mercado dificultam a implementação do fim da reposição. Entretanto existem estratégias que você pode adontar. Já falamos da criação de um plano Flex, se quiser saber mais, clique aqui. Outra opção é limitar a quantidade de reposição, independente do motivo. Limite a 1, 2, 3 reposições a cada 1,2 ou 3 meses. Isso tudo dependendo do plano adotado. Até mesmo cobrar uma taxa de remarcação pode ser aplicada, para pelo menos cobrir os custos não utilizados no primeiro dia. Lembre-se sempre de ter tudo isso previsto no seu contrato de prestação de serviços. Analise suas Frequencia de Reposições no seu Valor Se você não pretende acabar com as reposições, seja por qualquer motivo, verifique a quantidade de reposições que você está realizando e, assim que possível, reavalie os benefícios dado aos seus clientes. Afinal, o seu negócio deve funcionar de forma saudável operacionalmente e financeiramente. Se você tem altas taxas de reposição, pode estar perdendo dinheiro aí, trabalhando muito e rendendo pouco. O SistemaPet pode ajudar você a gerenciar suas reposições ou evitar que elas aconteçam. Fale com a gente.

Área VIP do Cliente – Disponibilizando Serviços ao Cliente

Site para Cliente

Mundo dos Apps Vivemos hoje no mundo do app, todas as empresas descartam um site para cliente e querem ter um app para que seus clientes possam interagir com maior facilidade.No segmento pet, isso não é diferente. Sejam lojas de produtos ou prestadores de serviços, todos sonham em ter seu app para que seus clientes possam informar o que cada um desejar. Desafios dos Apps O maior problema é que um app vai ter de disputar espaço no smartphone com outros milhares de apps que os clientes possuem.É app pra ver notícias, para assistir filmes e séries, app para pedir comida, para se locomover, etc.Pesquisas realizada com clientes pet indicam que menos de 20% dos clientes instalariam um app para acompanha as atividades de seus pet’s. É verdade que esses 20% poderiam ser bem engajados. Mas 80% estaria de fora. Site para de Cliente – Disponibilizando Informações Por outro lado, é fundamental que a empresa consiga se disponibilizar de forma fácil e rápida uma série de informações cruciais, como dados do cliente, atendimentos realizados, pendências financeiras, etc.Por isso, uma das formas mais fáceis e eficientes ainda é um site para cliente via web e preparada para se adaptar ao celular.Dessa forma o cliente poderá efetuar todas as suas ações, sem a necessidade de usar o espaço do seu celular para mais um app. Sucesso de um Site para Cliente Um site para cliente poderá conter todas as informações necessárias para que o cliente possa verificar como está sendo o atendimento de seu pet e efetuar pagamentos dos serviços prestados, por exemplo.O acesso ao site pode ser realizado através do próprio site da empresa, o que já iria acostumar o cliente a estar sempre atualizado com relação às novidades da empresa.Alguns serviços na área do cliente podem ser oferecidos sem que o cliente necessite entrar em contato com a empresa. Mas se mesmo assim, for necessário falar com a empresa, ele já estará munido das informações necessárias.A interface que um cliente teria ao acessar um site hoje em dia é muito semelhando ao que ele teria ao acessar via aplicativo, portanto, a navegação seria facilitada. Disponibilize um Site para Cliente Agora O SistemaPet oferece aos clientes que utilizam a plataforma um site para clientes personalizada, com várias ferramentas muito úteis ao dia a dia do cliente, como, acompanhamento dos manejo diário, atendimentos realizados e opção de pagamento das faturas.Todos os planos já contam com o site para que sejam usadas pela empresa, portanto, você não paga nada a mais por essa incrível ferramenta.

Criador Oculto

Criador Oculto

O Criador Oculto Criadores geralmente procuram demostrar seu trabalho em redes sociais, com sites, em revistas, etc. Mas existe um grupo diferenciado que parecem se esconder. Vamos entender um pouco mais o fenômeno do Criador Oculto. O leigo, ao procurar um criador, busca em várias fontes, pesquisa no Google, grupos do Facebook, hashtags no Intagram, etc. Na maioria das vezes ele encontra com certa facilidade o que busca.Nesse momento começara uma pesquisa, onde o fator preço, na maioria das vezes é o único item de pesquisa inicial.Mas ao se deparar com um local onde existem informações abundantes, ou seja, várias fotos dos animais, árvores genealógicas, informações dos pais, exames disponíveis, etc. A percepção de valor começa a mudar.Assim, com a disponibilização das informações, o criador ganha maior relevância aos olhos do cliente. Sonegação de Informações Alguns criadores tem o estranho hábito de sonegar informações. Não disponibilizam praticamente informações nenhuma além de poucas fotos dos filhotes. Não é incomum relatos de que não desejam informar a origem dos animais. Ou seja, não querem que outros saibam de onde vieram os cães. Temem que criadores possam ir nas mesmas fontes e comprar animais com a mesma qualidade dele e competir pelo mesmo mercado e preço. Por isso, a quantidade de informações disponibilizada é ínfima. Insegurança do Criador Oculto Esses criadores não percebem que acabam gerando 2 problemas, primeiro, perdem aos olhos dos clientes na comparação com outros criadores que tem a informação divulgada e, segundo, podem não ter a confiança e conhecimento necessário para garantir sua própria criação. Criar é um ato de evoluir através de seleção dos melhores animais. Conhecer o padrão da raça, conhecer as virtudes e faltas de seus animais, avalisar a saúde dos padreadores e matrizes e proceder os acasalamentos. Sem isso, o criador poderá ter exemplares magnificos, mas sem o conhecimento, as chances de não tirar um bom resultado com eles é enorme. Logo, o conhecimento é a maior virtude que um criador tem e não, necessariamente, a origem de seus cães. Mercado Novo Hoje em dia, com a enorme perseguição aos criadores promovida por alguns ongueiros, torna-se cada vez mais necessário, que o criador demonstre a qualidade, saúde e bem estar em que vivem seus cães.Criador que oculta e omite informações será cada vez visto com mais suspeição. Portanto, se as informações de sua ninhada ainda são “segredos de estado”, a origem de seus cães são “segredos industriais” e a informações de saúde são “Top Secret”, está na hora da mudança. Informação é Segurança Criadores seguros do seu trabalho e que divulgam suas informações de forma aberta geralmente obtém mais resultados e conseguem clientes mais preocupados com o bem estar de seus filhotes. O SistemaPet permite que os criadores possam divulgar todas as informações pertinentes e necessárias para que tanto o criador possa demonstrar seu trabalho, quanto para o cliente que está procurando um filhote e as informações para realizar uma compra mais segura.

Brincadeiras que os Cachorros Amam

Conheça 5 formas divertidas de manter o seu pet bem entretido! Brincar com o seu pet é um dos momentos mais prazerosos, tanto para você quanto para o cãozinho. Além de ser uma atividade divertida, faz com que o cão esteja sempre em movimento, além de aliviar o estresse. Ou seja, vantagens para o físico e também para o mental do seu pet. Pensando nisso, reunimos, neste artigo, cinco brincadeiras que os cachorros amam e que podem ser facilmente replicadas no quintal da sua casa ou em outro ambiente de sua escolha. Para algumas brincadeiras, será necessário comprar produtos para cachorro. Mas antes disso, pense bem na qualidade deles. Quer saber quais são as principais brincadeiras? Continue a leitura! 1. Cabo de guerra Esse é um dos favoritos dos cachorros. É divertido, envolvente, é um ótimo exercício físico, além de ser uma boa maneira de os cães praticarem suas habilidades caninas. E se você passou muito tempo treinando seu cão, descobrirá que brincar de cabo de guerra é uma das recompensas mais motivadoras do mundo. Ao jogar, lembre-se de seguir esta regra básica: o jogo para se os dentes do seu cão tocarem sua pele. Alguns cães podem lutar com isso mais do que outros, já que o puxão deixa alguns cães (filhotes) bastante irritados. Se você parar quando a boca deles tocar a sua mão, eles perceberão que o jogo é divertido quando murmurarem. 2. Frisbee Outro jogo divertido para brincar com seu cachorro é o frisbee. Frisbee é um jogo avançado de busca, porque incentiva o seu cão a perseguir longas distâncias. Um jogo de frisbee é um ótimo exercício, além de ser muito divertido para cães que têm um impulso natural para perseguir coisas. Se o seu cão não sabe como pegar um frisbee, comece usando um disco macio. Frisbees de plástico tradicionais são muito duros, então se eles baterem no rosto do seu cão, isso pode desencorajá-lo a tentar pegá-lo. Pratique deixando seu cão animado com o frisbee, jogando-o a curtas distâncias ou rolando-o no chão. 3. Percurso de agilidade Outro jogo divertido para cães é criar seu próprio percurso de agilidade. É uma maneira divertida de ensinar alguns truques novos ao seu cão e é uma ótima fonte de estimulação mental para eles. Usar um percurso de agilidade para o seu cão é uma maneira divertida de dar-lhe algum exercício físico e mental. 4. Ensine seu cão a perseguir bolhas Um dos jogos mais divertidos para brincar com seu cachorro é ensiná-lo a perseguir bolhas. Se o seu cão não sabe perseguir bolhas, comece soprando algumas de cada vez. Aponte-as para eles e incentive-os a persegui-las. Pegue algumas você mesmo para mostrar ao seu cão que não há nada com o que se preocupar e que o objetivo do jogo é pegar as bolhas antes que elas toquem o chão. 5. Jogos aquáticos Ir à praia local pode ser muito divertido para os cães, especialmente aqueles que já adoram nadar (não se esqueça de um colete salva-vidas para cães para manter a segurança do seu pet). Você pode trazer alguns brinquedos e jogar um jogo de busca na água. Apenas lembre-se de verificar se eles flutuam primeiro. Se o seu cão não é um grande nadador, ou se você não tem praias próximas, pode jogar alguns jogos aquáticos em seu próprio quintal. Pegue uma piscina infantil de plástico e encha-a com água. Muitos cães adoram mergulhar e ter uma pequena piscina para se refrescar. Alguns cães ficam loucos pela mangueira, mas pode ser bastante intimidante para alguns. Se o seu bichinho não estiver confortável com a mangueira, ele pode preferir brincar em um aspersor que não deixe sair um jato de água tão forte.

Plano Flex para Creches de Pets

Plano Flex para Creches Pet

Planos de Creche As creches tem como principal carro chefe de seus produtos os planos. Na grande maioria das vezes esses planos refletem a quantidade de dias que os animais podem frequentar o ambiente. Portanto, temos os tradicionais planos de 1,2,3,4 ou 5 vezes na semana. Sendo pagos, preferencialmente, conforme já falamos nesse artigo. Entretanto, agendar, regularmente os dias da semana que o animal vem, permite à creche que ela tenha uma série de organizações importantes. É possível ter um planejamento prévio da quantidade de animais no dia, do tempo total de recepção e entrega do animal, número de viagens, no caso de táxi dog’s, etc. Isso sem contar que os cães que frequentam um determinado dia acabam se conhecendo e criando um convívio mais harmônico. Planos sem Dia Fixo Entretanto, existem alguns locais que permite aos clientes enviar o animal o dia que desejarem. Ou seja, ele pode ir quantas vezes o plano dele permitir, mas sem ter um dia específico. Esse tipo de opção, como vimos, pode causar transtornos na operação. Um animal nunca estará plenamente integrado a uma matilha; – os monitores ficarão sobrecarregados; – você não tem previsão da quantidade de animais do dia; – deverá manter sempre uma margem de segurança caso todos os clientes desejem vir em um dia específico. Isso irá gerar até uma sobrecarga para todos, animais e monitores. Imagine que a capacidade máxima de uma creche são 50 cães diários. Logo, 250 cães por semana. Se você tiver planos sem os dia fixos, você nunca poderá usar a capacidade máxima. Pois se todos os animais vierem num único dia, você irá extrapolar. E nos dias seguintes, irá funcionar muito abaixo de seu limite. Necessidade dos Clientes Entretanto, sabemos que existe uma necessidade de alguns clientes por várias razões. Vários clientes podem não ter como se comprometer com um dia específico, pois eles podem depender se outras circunstâncias para decidir o dia que levará o animal (emprego, família,…) A maioria dos clientes consegue planejar os dias em que o animal vai para a creche. É possível afirmar, com segurança, que mais de 80% dos clientes tem os dias planejados certinhos. Como já vimos, quando você dá uma flexibilidade de horário, você terá mais trabalho e irá ter maiores riscos. Por outro lado, isso é percebido pelo cliente, o que nos abre uma oportunidade. Criando o Plano Flex para a Creche Para as creches que permite que o cliente escolha o dia da semana, seja por qualquer razão, você pode ter os mesmos planos, mas como modalidade FLEX, ou Flexível. E poderá ter um bom adicional no valor desses planos. As razões são as que já foram citadas, mas antes de mais nada, é uma vantagem para o cliente. E é fácil de explicar, afinal, mesmo que ele venha 2 ou 3 vezes na semana, o espaço dele estará sempre disponível, todos os dias. Portanto, um plano flex, se for bem aplicado, deve ser significativamente mais valorizado que o do plano básico, com pré agendamento. Creches tem poucas oportunidades para agregar valor ao serviço, se houver essa possibilidade, deve ser utilizada sempre que possível. Implementando o Plano Flex em Creches já Funcionando Mas e para você que já permite um Plano Flex para seus clientes, como mudar? A primeira opção é não vender novos planos com essa opção e criar um novo Plano Flexível com um novo valor. Informar aos clientes antigos que o plano dos atuais clientes será alterado e que haverá um reajuste. Dependendo da quantidade de clientes e dos contratos em vigor, você poderá dar um tempo até a troca ocorrer. Lembrando que sempre poderá dar a opção aos clientes de migrar para o plano com agenda fixa. Mas analise bem se você quer dar essa opção. Para uma creche inicial, pode ser uma forma de atender aos clientes, mas no médio e longo prazo esses planos poderão deixar sua capacidade ideal ociosa. Portanto reflita, pese os prós e contras muito e mãos à obra! Lembrando que o SistemaPet atende perfeitamente às Creches que fazem o plano flexível e o plano com agendamento, portanto, não perca tempo e assine agora e aproveite para fazer uma avaliação gratuita de 15 dias com apresentação personalizada para você!

Montando Um Horário de Exposição

Um dos aspectos mais importantes em uma exposição é o cumprimento do horário definido. Portanto elaborar um bom horário de exposição é um dos principais aspectos para seus sucesso! Muita vezes os organizadores não utilizam técnicas corretas para elaborar um bom horário e encerrar, na maioria das vezes, antes do planejado! Portanto, vamos dar dicas preciosas para que você possa elaborar um horário eficiente. Regra dos 3 minutos Um das primeiras regras e uma das mais conhecidas é a regra de 3 minutos por animal nas exposições gerais e 5 minutos nas especializadas. Essa informação é crucial para elaborar uma estimativa de tempo total necessário para julgar. Portanto, uma exposição de 100 animais, leva no máximo 300 minutos ou 5 horas para serem julgadas todas as raças por um juiz. Independente de quantas exposições estejam ocorrendo. Mas com um horário de exposição bem feito, será julgada em um tempo menor. Ordem de Entrada No passado, era quase uma regra que as exposições iniciassem pelo grupo 1 e fossem avançando até o grupo 11. Por incrível que pareça, ainda tem clubes que usam essa técnica. É a forma mais ineficiente de fazer um horário de exposição. Com certeza irá atrasar o evento em várias horas. A melhor ordem de entrada é colocar as raças com mais exemplares no início do evento. Logo, quando as inscrição se encerrarem, ordene as raças com mais exemplares para começar a exposição. Essa técnica vai, com certeza aumentar o tempo de avaliação e gerar um atraso inicial. Entretanto, com o passar da exposição, o atraso será reduzido, até o horário começar a ficar adiantando. Módulos Uma técnica que desenvolvi no início dos anos 2000, foi a criação dos módulos. Monte os módulos de forma que a raça com maior número de exemplares seja o “cabeça do módulo”. Vamos mostrar um exemplo para deixar mais claro: Numa exposição, de 3 pistas, vamos supor que existam 20 exemplares da raça A, portanto, para um árbitro julgá-los plenamente, irá necessitar de 1 hora. Logo, o primeiro módulo começa com essa raça e terá 1 hora. Na segunda pista, vamos supor que existam 15 exemplares da raça B, logo serão 45 minutos para julgá-la, portanto, o ideal é encontrar uma raça com 5 exemplares para completar o tempo do módulo na segunda pista. Caso não seja possível, deve-se preencher com mais de uma raça, até o total de 5 exemplares sendo avaliados. Numa terceira pista, vamos supor que existe a raça C com 10 exemplares, logo, 30 minutos pra apresentação. Caberá ao organizador, preencher o período de 30 minutos com mais 10 animais de uma ou mais raças. Assim que a raça que for a primeira em cada pista, concluir a apresentação nessa pista, ela deve se dirigir para a pista seguinte. A segunda com mais presença, vai começar na pista seguinte e assim por diante. Dessa forma o horário vai passando de pista para pista e o animal, quando deixa o acampamento, irá fazer todas as pistas mais rapidamente e quando retornar poderá descansar. Esse seria o primeiro módulo, em seguida o próximo módulo seguiria a mesma lógica. Pista 1 Pista2 Pista3 Raça Início Raça Início Raça Início MODULO 1 Rott (15) 09:00 Bulldog (10) 09:00 Spitz Alemão (8) 09:00 Boxer (5) 09:30 Schnauzer (5) 09:24 Cão de Crista (2) 09:39 Spitz Alemão (8) 09:45 Rott (15) 09:45 Bulldog (10) 09:45 Schnauzer (5) 10:09 Boxer (5) 10:15 Cão de Crista (2) 10:24 Bulldog (10) 10:30 Spitz Alemão (8) 10:30 Rott(15) 10:30 Boxer (5) 11:00 Schnauzer (5) 10:54 Cão de Crista (2) 11:09 MODULO 2 Raça A 11:15 Raça B 11:15 Raça C 11:15 … … … .. … … Handler Entretanto isso tudo somente será possível com o apoio dos handlers. O primeiro passo é que eles informem corretamente todas as raças que irão apresentar. Dessa forma o organizado do horário poderá identificar eventuais conflitos. Por exemplo, um mesmo handler que tem 2 raças sendo apresentadas num mesmo módulo, mas em pistas diferentes. O ideal é que o organizador não promova conflitos. Entretanto, é quase impossível evitar 100% os conflitos. Quando isso acontecer, o aconselhável é que a comunicação com o hanlder seja feita com a maior antecedência possível. Assim ele poderá informar se poderá contornar a colisão solicitando que outro handler ou o auxiliar, apresente o animal. No final da exposição, a dinâmica começa a acelerar, então, em alguns casos é possível fazer os famosos encaixes. Principalmente quando são raças com um exemplar, ou quando o handler apresenta todos os exemplares daquela raça. Mas deve-se atentar para que se perca o controle. Problema invertido Alguns expositores no passado reclamavam que os horários estavam muito atrasados. Com a técnica atual, pode ocorrer o contrário. Portanto é importante estar atendo a isso. Deixe claro na circular que o horário pode ser antecipado em decorrência do andamento da exposição. Grupos O principal problema sempre foi elaborar o horário de exposição para o julgamento das raças. Os grupos, é possível prever de 1:30 a 2 horas no final. Essa estimativa é sempre mais precisa e não é necessário grandes mudanças. Conclusão Assim que possível, divulgue o horário para todos, usando os meios necessário, seja Facebook, Site do Clube ou DogShow. Portanto, ter um horário de exposição que seja cumprido, além de um conforto maior para os expositores, também permitem aos handlers proprietários e organizadores descansarem mais rapidamente. Muitos pegam estrada no final do evento, logo, quanto mais descansados estiverem, mais seguros estarão. Por fim, os animais também agradecem poderem descansar após um longo dia de trabalho!

Merle e Seus Segredos

Merle

Origem do Merle A Cor Merle é uma cor oriunda do gene M, que quando presente, manifesta a coloração que comumente chamamos de merle, oriundo da “marmorização” da cor.Ela pode ter várias tonalidades, ser escura, avermelhada, com manchas, etc. Dependendo do restante da composição dos demais genes de cores.Está naturalmente presente em muitas raças, se é que podemos dizer “naturalmente” quando falamos em raças de animais domesticados.Não se sabe ao certo quando essa variação surgiu nos canídeos, mas não há relatos, até o momento, de lobos dessa coloração. Logo, provavelmente essa mutação surgiu posteriormente à domesticação dos lobos. Até porque se é um gene dominante, sua existência se manifesta diretamente na cor. A não ser que eles tenham genes merles “fantasmas”, como veremos a seguir. Desejo Nas raças onde essa cor é antiga e está associada com os animais formadores. O público em geral já está acostumado e a procura por cães dessa cor, na maioria das vezes, não é superior a das outras cores.Por outro lado, nas raças onde essa cor não está presente. Algumas pessoas introduziram animais de outras raças no plantel. Logo, criaram animais mestiços muito parecidos com animais puros. Mas com forte apelo comercial, pois se tratar de um cão diferente.É naturalmente do ser humano querer ter algo “exclusivo” para mostrar aos outros de seu círculo social (amigos, família, colegas) como eles são diferenciados. Assim, cães merles em raças que não, pelo padrão, aceitam animais dessa cor, acabam recebendo muito atenção, mesmo sendo um mestiço. Merle Fantasma Um complicador recente são as descobertas de novas variantes do gene M, além do M e m já amplamente conhecidos. Essas outras variedades também produzem animais Merles e explicam os casos em que acasalamento de animais não merles, produzem animais merles. Os cães assim, são chamados merles “fantasmas”, “críptico” ou “ocultos”.Esse animais tem uma combinação genética que oculta a manifestação da cor marmorizada, mas o gene está lá. A única forma de descobri-los é através de exames de DNA.Como ainda se sabe muito pouco a respeito deles, não se sabe se um descendente de merle pode gerar filhotes merles “fantasmas”. Saúde Os merles, em si, não tem até o momento nenhuma contra indicação com relação à saúde. Mas trabalhar com ela exige extremo cuidado, mesmo para um criador sério.O acasalamento entre 2 merles poderá gerar animais com graves problemas de saúde. Animais cegos, surdos, com má formação, etc.Com o merle fantasma, mesmo o acasalamento entre um animal merle e um não merle fica sob suspeita. Logo, se o criador, de fato, não quer problemas com seus filhotes, deve ter muito cuidado ao trabalhar com merles. Merle em Raças Antigas A princípo, como sabíamos até pouco tempo, era muito simples, bastava não acasalar um cão merle com outro que pronto!Nas raças onde foram introduzidos os mestiços merles, os criadores tem ainda mais desconhecimento a respeito das nuancias dessas cores, portanto, o risco de problemas existe e é grande.A velha crenças que basta não acasalar 2 merles que está seguro, cai por terra. O risco existe até em 2 cães aparentemente não portadores do gene merle. Mas, com certeza, o risco será bem menor.Um nova preocupação agora se torna presente em raças que antes não tinham merle nos seus plantéis e agora apresentam essa variedade. A análise mais aprofundada dos pedigrees (se forem verdadeiros) e até mesmo uma investigação através de DNA para ter certeza de qual gene o animal possui. Vale a Pena ter Merles Uma máxima diz que sempre que houver demanda, vai ter alguém provendo a necessidade. Logo, o Merle estará presente entre os criadores e clientes por muitos anos ainda. Às vezes sendo popular, às vezes sendo esquecido.Se um criador desejar trabalhar com essa cor, é importante que seja realizada uma investigação criteriosa dos seus padreadores e matrizes a fim de verificar se não possuem genes merles escondidos.Para os que trabalham em sistemas que não aceitam o gene merle, é importante que o pedigree não seja adulterado e que o criador procure uma entidade que aceite o registro correto do animal. Assim se garante que no futuro, um eventual outro criador, possa trabalhar com informações fidedígnas. Conclusão Merle é uma cor extrema, alguns adoram, alguns odeiam Sua padronagem traz um quê de exclusividade. Mas também é um risco. Ainda mais quando um animal não castrado, cai na mão de leigos que decidem acasalá-los.O criador deve ter mais ciência da responsabilidade ao trabalhar com essa cor, seja na própria criação, seja na venda de seus exemplares para seus clientes.Logo, seja muito prudente e cauteloso com seu trabalho. Saúde e bem-estar dos seus animais e dos filhotes, é responsabilidade básica de qualquer criador.Se desejar conhecer um pouco mais sobre essa cor, acesse o site geneticacanina.com

POP – Procedimento Operacional Padrão para Criadores

O que é um Procedimento Operacional Padrão ? Os chamados POP’s ou Procedimento Operacional Padrão são documentos em que são descritos todos os processos a serem realizados numa organização. Indepentemente de qual organização seja.Com um bom POP em mãos, qualquer colaborador poderá desempenhar uma determinada tarefa.A descrição dela deve ser clara e objetiva. Não podendo deixar margens para interpretações por parte do colaborador. Vet e o Criador Assim como qualquer organização, criadores devem ter seus POP’s documentados. Independente se o criador possui ou não colaboradores.Uma das atribuições de um Responsável Técnico é exatamente escrever os Procedimentos para o criador e acompanhar se estão sendo realizados os procedimentos de acordo com o definido.A quantidade de pop’s em um canil pode ser significativo, pois pode envolver vários procedimentos. Desde a limpeza do ambiente, procedimento de banhos até o registro financeiro das transações e fotos de filhotes.Obviamente os procedimentos que envolvem o manejo dos animais devem ser assinados pelo veterinário responsável pela criação. Segurança Com o aumento de denúncias e fiscalizações em criações, ter POP’s escritos permite ao criador demonstrar uma organização maior. Caso essa fiscalização ocorra antes do horário definido para a limpeza das instalações, demonstrar o porquê ela ainda está suja.Obviamente, se a fiscalização chegar após o horário definido pelo POP e a fiscalização chegar após o horário, as instalações não poderão estar sem a limpeza. Portanto o POP por si só não vai garantir uma maior segurança, se ele não for seguido.São muitos os casos de criadores que trabalham sozinhos ou tem apenas 1 colaborador. Logo se, por qualquer razão, o criador ou o colaborador não puder estar presente e outra pessoa não familiarizada com o manejo tiver de cuidar por um período curto de tempo, ele irá necessitar de uma instrução de como fazer. Quantidade de POP’s A quantidade de POP’s de um criador pode ser significativo e pode variar muito de criador para criador, pois vários aspectos irão impactar a quantidade de pop’s a serem escritos, mas podemos dividir em grupos maiores: Manejo: Descrevem os procedimento recorrentes, como limpeza do ambiente, alimentação dos animais, banhos e escovações, soltura, atividades diárias, etc. Saúde: Os procedimentos para manter a saúde dos animais. Exames, Detecção de Comportamentos ou Sinais de Problemas, Animais em Tratamento e outros. Reprodutivo: Nesse conjunto de procedimentos, serão descritos todos os processos que envolvem a reprodução: exames pré-acasalamentos, procedimentos de acasalamento, exames pré-natais, partos, manejo dos filhotes, etc. Administrativo: Aqui é possível descrever os procedimentos administrativo, e às vezes negligenciados pelo criador: Cadastro de Clientes, Registro de Contas a Pagar e Receber, Registro de Pedigrees, Envio de Documentos, Processo de Venda, etc.Ainda é possível escrever outros POPs que forem necessários. Por exemplo, criadores que permitem visitas, podem descrever o processo de recepção de visitas. O que deve conter um Procedimento Operacional Padrão Um bom pop deve ter uma estrutura fácil de ler e identificar as atividades. O ideal é que siga uma estrutura semelhante a essa: Título: Deixe claro do que se trata. Evite algo como “Limpeza”, por exemplo, prefira algo mais claro: “Limpeza Matinal Diária dos Canis”. Assim fica mais claro e fácil de ser localizado. Objetivo: Da mesma forma, descreva, em poucas palavras, qual o objetivo do Procedimento Operacional Padrão. Exemplo: Efetuar a Limpeza diária dos locais onde os animais dormiram, incluindo as baias e corredores. Procedimento: Descreva as etapas que devem ser executadas. Como um passo a passo do procedimento. Quanto mais claro e direto melhor. Algo como: “1 – Equipar-se com Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado (Botas, luvas,…); 2 – Coletar Fezes com Equipamento Adequado e descartá-los no vaso sanitário;…” Periodicidade: Informe, se houver, que horas iniciar e qual a frequência. Exemplo: “Iniciar o Procedimento às 08:00 diariamente.” Materiais utilizados: Registre todos os materiais que devem ser utilizados no procedimento. Exemplo: “Encontrados no Armário de Equipamentos: EPI, Mangueira; Banheiro: Pás de Coleta de Fezes; Armário de Limpeza: Sabão, Detergente,…” Observações: Nesse item pode-se esclarecer algum dos itens, reforçar algo importante, etc. “Efetuar a limpeza dos ralos, conferindo se não ficou um excesso de pelos; Descartando os pelos no lixo orgânico” Anexos – É possível descrever ou associar tabelas, links, livros que possam ser necessários para que o procedimento seja concluído, registrado ou consultado. Versão – É importante ter o registro versionado de cada vez que o procedimento é alterado e sempre disponibilizada a última versão para a operação Responsáveis – O ideal é que fique registrado todos os envolvidos na elaboração, revisão e aprovação do procedimento. Lembrando que o médico veterinário é a pessoa mais indicada para a aprovação do procedimento. Conclusão O SistemaPet possui a ferramenta onde é possível descrever todos os POPs necessários para a operação. Entretanto é possível escrever em qualquer editor de texto, mas lembre-se sempre de efetuar o controle de versão e efetuar backups períodos para não haver perda dos documentos.A quantidade de documentos necessários pode ser significativa, mas não precisam ser escritos o dia pra noite. O criador pode começar a escrever os primeiros mais necessários e depois revisar com seu veterinário.Com todos os procedimentos descritos, o criador ficará mais protegido e poderá trabalhar com mais profissionalismo e tranquilidade. Portanto, mãos à obra!

Matrícula no DayCare – Retendo e Cativando o Cliente

matrícula na creche

Matrícula no mundo real Cobrar uma matrícula no segmento de educação é extremamente comum e, em vários casos, outras taxas também são cobradas dos alunos. Por exemplo, o material que você vai utilizar ou roupas que irá precisar, enfim. Logo, já é um hábito comum para as pessoas Matrícula no Mundo Pet No ambiente pet, a prática ainda não é totalmente assimilada. Geralmente pelo medo dos empresários em onerar a aquisição do cliente. Entretanto, na maioria dos lugares, existe um custo associado à matrícula do animal. Sejam cadernetas, mochilas, cadernos, canetas, etc. Um kit básico é providenciado para que o animal esteja apto para participar da creche ou mesmo do banho e tosa. Logo, se há uma prestação de serviço, pode haver uma contrapartida financeira. Uma Experiência Emocionante A forma como o empresário do segmento pet deve vender essa matrícula pode ser a mais variada. Poderá dar um nome diferente ao invés de matrícula, como “kit escolar”, “material de educação e comunicação”, etc. Esse material fará parte da experiência do seu cliente ao contratar os serviços da sua empresa. Portanto atente-se também à forma de apresentação. Pois uma caixinha bem apresentada e bem feita é uma experiência extremamente impactante. Assim como colocar uma cartinha de boas vindas, ter embalagens dos produtos bem feitas, etc. Sem contar que é interessante ter novidades de tempos em tempos. Esse “mimo” é algo extremamente importante e pode impactar a relação com o cliente durante todo o período que ele estiver com você! Melhorando o Kit de Matrícula A Taxa permitirá ao empresário ter recursos para adicionar ou trocar itens sem sacrificar o valor recorrentemente pago pelo cliente. Logo, o ideal é que a taxa de matrícula tenha uma certa margem para eventuais produtos futuros. Você poderá cobrar a taxa de matrícula até mesmo para novos clientes que irão efetuar um serviço avulso. Desde que haja uma contrapartida e, também, você pode definir um valor diferente caso o kit seja menor. O ideal é que você cobre pela a matrícula, ao menos uma vez ao ano. Dessa forma os produtos que “vencem” por ano podem ser repostos. Como agendas, eventuais roupinhas, etc. Você pode definir um valor de rematrícula mais baixo do que o valor inicial. Matrícula como Retenção e Marketing A matrícula pode ser aplicada tanto em planos de creche, quanto em pacotes ou planos de banho e tosa e até mesmo para primeiras hospedagens, além disso mais ela pode servir de incentivo em caso de algum promoção. Ao invés de cortar na recorrência, oferecendo desconto maiores nas mensalidades, é possível dar descontos na matrícula. Embora você não deva se esquecer que, se houverem produtos, haverá custo associado. Portanto, pondere bem nos descontos a serem dados. Outra vantagem pode ser a melhora na retenção. Aquele cliente que para de pagar, volta, para de pagar, volta,… pode achar mais interessante permanecer fiel e manter a recorrência em dia do que ficar pagando matrículas toda vez que retorna. Começando a Cobrar Se você já cobra uma taxa de matrícula e já tem um kit, avalie se a forma e a entrega do conteúdo está adequada e o que pode melhorar. Lembrando que sempre dá pra melhorar. Se você ainda não cobra uma taxa de matrícula e está com medo de cobrá-la, comece criando um kit de matrícula e, inicialmente, faça uma promoção por tempo limitado, isentando de matrícula. Lembre-se que você irá custear o kit inicialmente. Portanto, após o período, acabe com a isenção e faça um desconto da taxa. Da mesma forma, assim que acabar o período, aplique o valor integral. Não esqueça nunca de divulgar o valor e a qualidade do kit nas redes sociais. Dessa forma, em pouco tempo, seus clientes estarão acostumados e ansioso por receber o kit de matrícula para ver o que vem nele. Portanto, mãos à obra!

5 Raças de Cães Mais Difíceis de Criar

5 Raças Mais Difíceis de Criar

Criar cães de raça é extremamente desafiador, como já falamos, é uma atividade de tempo integral e que envolve muitos riscos. Logo criar cães é indicado para quem realmente gosta de animais. Pensando nisso elaboramos a lista com as raças mais difíceis de criar e que são um desafio monumental para o criador. Hoje em dia são centenas de raças e escolher um raça para criar é uma tarefa muito complexa. Já escrevemos várias vezes sobre o tema. E, nesse artigo, elencamos, as 5 raças mais difíceis criar. Por conta disso não estamos falando em ter um ou outro exemplar, mas em ter um plantel e gerenciar um programa de melhoramento e reprodução. Levamos em consideração os seguintes itens: Custo inicial: Qual o investimento total para montar um bom plantel e uma boa infraestrutura. Quanto maior o investimento, maior será a dificuldade. Manejo Diário: Convívio entre os animais. Se tem muito problemas em viverem juntos. Exigem banhos regulares. Os banhos são difíceis e demorados, etc. Facilidade na Reprodução: Quanto maior o índice de cesárias e inseminações, facilidade de prenhez, fertilidade das cadelas, etc. Mercado: Valor de venda do filhote, facilidade em vender, conhecimento do mercado sobre a raça e reputação da mesma. Saúde: Quantidade de Exames necessários, quantidade de doenças que afetam regularmente a raça, etc. Pensando nisso, nós fizemos uma pesquisa com 120 criadores de 48 raças diferentes. De acordo com suas respostas, elaboramos um rankings das raças mais desafiadores para serem criadas. Reforçando que estamos falando de criação e não de tê-lo como leigo e proprietário. Vamos lá! 5) Basset Hound Estreamos a lista das 5 raças mais difíceis de criar com o o grande, longo, baixinho e orelhudo (isso não é bulling!)  Basset Hound é uma raça encantadora. Mas guarda seus desafios. Montar um plantel e uma estrutura adequada para lidar com esses cães não é uma das tarefas mais fáceis. Como a quantidade de criadores no país não é muito grande, você acaba tendo poucas opções para montar um bom plantel. Logo, muito dificilmente vai conseguir ter padreadores e matrizes de qualidade do dia pra noite. A opção de comprar um cão adulto é muito mais difícil, além dos desafios que já escrevemos em outro artigo. Outro aspecto é que não são cães de colo, logo, exigem seu espaço para terem o conforto adequado. Além disso eles exigem companhia, seja humana ou animal, caso contrário começam uma cantoria alta e constante até ter alguém com eles. O Manejo diário também exige alguns cuidados, embora sejam cães de pelo liso, são pesados e lentos. Qualquer manejo com eles exige força. Logo, o preparo físico deve estar em dia! 4) Rottweiler O mais popular cão de guarda do Brasil não é dos mais fáceis para serem criados. Primeiro grande desafio é a montagem de um espaço adequado. Por ser um animal de grande porte, exige um espaço significativo para gastarem suas energias. Mesmo não tendo um nível de atividade muito alto. Logo, ao contrário de raças pequenas, criar Rott’s em apartamentos ou pequenas residências não será nada indicado. O manejo diário também é dificuldade por não serem uma raça que ficam juntos sem supervisão. E se ocorrerem conflito entre eles, separá-los não seria uma tarefa fácil. Sem contar os custos mensais em alimentação são bem significativos. Ao alimentar um Rott, seria o mesmo, em termos de quantidade, de alimentar vários spitzs alemães anões, por exemplo. Com relação à saúde, embora depois de adulto seja uma raça rústica, com relação aos filhotes, são muito sensíveis. Logo, uma atenção deve ser redobrada quando filhotes. Esse é um dos principais motivos pelo qual o Rottwaeiler está entre as 5 raças mais difíceis de criar. Como toda a raça grande, a atenção às displasias nunca pode ser deixada de lado. 3) Bulldogue Francês Também no roll de raça popular. Ter um ou dois buldogues franceses é muito diferente de ter uma criação desses orelhudinhos. O principal desafio enfrentado pelos criadores é a reprodução. Você irá, quase sempre, auxiliar do início ao fim do acasalamento. Desde a inseminação, acompanhamento veterinário e o parto, que muitas vezes é cesárea, é necessária muita atenção. Depois do nascimento, é fundamental um acompanhamento pelo criador até os filhotes atingirem uma idade maior para evitar acidentes. Outra enorme desafio é o início. Montar um plantel de animais de qualidade é um desafio. Você até pode saber que existe uma grande quantidade de criadores, mas nem sempre é barato e rápido ter animais de qualidade e saudáveis rapidamente. Dependendo do espaço e das condições, o manejo diário pode ser mais trabalhoso. Ter um bom espaço para gastarem energia é importante para se manterem saudáveis e bem. Geralmente convivem bem uns com os outros, embora uma supervisão seja sempre aconselhada. 2) Chow Chow O Chow Chow é um desafio para poucos. Hoje em dia a montagem de um bom plantel vai exigir um investimento significativo, fora que a infraestrutura deverá se atentar fortemente à climatização do local. É uma raça que consome uma quantidade de ração significativa e que não pode ser deixada em mantilha sem supervisão sob riscos de conflitos entre eles. Alguns exemplares nem podem ficar juntos, caso contrário o conflito é certo! A manutenção do pelo é trabalhosa. Embora não se dê banhos semanais, quando eles são necessários exige-se uma boa quantidade de tempo e produtos. A tosa, quando feita, exige um tempo significativo para ser completado. Em termos de saúde, é uma raça que exige controle de displasia e entrópio. Deve-se cuidar muito com a temperatura do ambiente para que eles não super aqueçam. A reprodução também é bem trabalhosa e não é nada raro precisar de auxílio do início ao fim. Cesarianas são muito comuns, assim como inseminações. Sem contar que para ter uma boa variedade genética, muitas vezes é necessário recorrer a padreadores fora do canil. O mercado também não é dos maiores e a raça também sofre um pouco com um preconceito promovido pelos criadores ou proprietários que reproduzem cães da raça